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A saúde mental dos colaboradores passou a ocupar um lugar definitivo na agenda das empresas. Com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), em vigor desde maio, os riscos psicossociais passaram a integrar oficialmente o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), tornando obrigatória a identificação, avaliação e prevenção de fatores como estresse excessivo, assédio, sobrecarga de trabalho e outras situações que possam comprometer o bem-estar dos trabalhadores. 

A mudança acompanha uma realidade preocupante. Dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) mostram que os afastamentos por transtornos mentais cresceram significativamente na última década, passando de cerca de 170 mil registros em 2015 para mais de 546 mil em 2025. Ansiedade, depressão e síndrome de burnout figuram entre as principais causas. 

Para Gustavo Corrêa Barbosa, sócio-diretor da CB7 Consultoria – Saúde e Benefícios Corporativos, a atualização da norma representa uma mudança importante na forma como as organizações devem conduzir a gestão de pessoas.  

“Com a atualização da NR-1, os riscos psicossociais passam a integrar formalmente o gerenciamento de riscos ocupacionais. Isso significa que as empresas precisam identificar, avaliar e adotar medidas para prevenir esses fatores, registrando as ações implementadas. Na prática, os gestores devem realizar diagnósticos periódicos, capacitar lideranças, criar canais de apoio aos colaboradores e implementar programas contínuos de prevenção e acompanhamento da saúde mental”. 

Vantagem competitiva 

Mais do que cumprir uma exigência regulatória, investir em saúde mental pode gerar ganhos concretos para as empresas. Redução de afastamentos, melhoria do clima organizacional, aumento da produtividade e maior capacidade de atrair e reter talentos estão entre os principais benefícios. 

A legislação também amplia a responsabilidade das organizações em casos de afastamentos e ações trabalhistas relacionadas à saúde mental. Barbosa pontua que mais do que atender à legislação, investir em saúde mental é uma decisão estratégica. “Empresas podem ser chamadas a demonstrar que adotam medidas preventivas em situações de afastamentos ou demandas trabalhistas relacionadas à saúde mental. Organizações que investem em prevenção reduzem afastamentos, melhoram o clima organizacional, aumentam a produtividade e fortalecem a retenção de talentos”. 

Entre as ações recomendadas estão o diagnóstico dos riscos psicossociais, acesso facilitado a atendimento psicológico e psiquiátrico, programas de atividade física, apoio ao tratamento medicamentoso quando necessário e o acompanhamento periódico de indicadores de saúde. 

Prevenção contínua  

Um dos equívocos mais comuns, segundo Barbosa, é acreditar que a adequação à NR-1 termina com a elaboração de um diagnóstico. “O principal erro é tratar a NR-1 apenas como uma obrigação documental. Muitas empresas realizam apenas o diagnóstico inicial e acreditam que isso é suficiente. O levantamento dos riscos é apenas o primeiro passo. O que realmente gera resultados é a implementação contínua de ações preventivas, acompanhadas por indicadores e avaliações periódicas”. 

De acordo com ele, quando os colaboradores percebem que existe um cuidado efetivo com sua saúde, o reflexo aparece no ambiente de trabalho e nos resultados da empresa, com maior engajamento e redução dos índices de afastamento. 

Benefício exclusivo  

Para apoiar os empresários nesse novo cenário, a Associação Comercial do Paraná mantém uma parceria com a CB7 Consultoria, disponibilizando aos associados uma solução completa para adequação às exigências da NR-1. 

O programa reúne serviços como mapeamento de riscos psicossociais, telepsicologia, telepsiquiatria e acesso facilitado a medicamentos, permitindo que empresas de diferentes portes implementem ações de promoção da saúde mental de forma prática, acessível e alinhada à legislação. 

Além de contribuir para o cumprimento da norma, a iniciativa fortalece a política de benefícios oferecida aos colaboradores, reduz custos relacionados à saúde ocupacional e auxilia na prevenção de afastamentos. 

Outro diferencial da parceria é o acesso a uma consultoria independente e especializada, com suporte técnico personalizado e condições exclusivas para os associados da ACP. 

“Nosso objetivo é tornar a gestão da saúde corporativa mais simples, eficiente e acessível, ajudando empresários de todos os portes a cuidar das pessoas, reduzir riscos e aumentar a competitividade de seus negócios. Por meio da parceria com a ACP, os associados têm acesso a soluções que normalmente estariam disponíveis apenas para grandes empresas”, finaliza Barbosa. 

Quer saber como implementar essas soluções na sua empresa? 

Os associados da ACP podem obter mais informações e realizar um pré-cadastro por meio do link: https://lp.cb7consultoria.com.br/acpnr01mais 

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