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Pequenas e médias empresas (PMEs) no Brasil entram em 2026 em um cenário de crescimento moderado da economia, mas seguem enfrentando desafios estruturais importantes, especialmente relacionados ao controle do fluxo de caixa.

Segundo o Sebrae, a falta de gestão financeira está entre os principais fatores de dificuldade para pequenos negócios. Mesmo assim, muitas PMEs ainda utilizam controles simples, como planilhas básicas, ou não possuem acompanhamento estruturado das entradas e saídas, o que aumenta o risco de desequilíbrios financeiros ao longo do ano.

Organizar o fluxo de caixa — ou seja, registrar e acompanhar diariamente todas as movimentações financeiras — é fundamental para evitar crises, garantir previsibilidade e apoiar a tomada de decisão.

Do ponto de vista conceitual, o fluxo de caixa projeta saldos iniciais, finais e movimentos do período, permitindo avaliar a liquidez real do negócio, sem confundir caixa com lucro. Para 2026, um bom ponto de partida é separar claramente as categorias de entrada, como vendas à vista ou usando Pix, vendas a prazo e prestação de serviços, e as saídas, como salários, fornecedores, impostos e despesas fixas.

O papel do capital de giro

O Capital de Giro (CG) representa a diferença entre ativos e passivos circulantes e é o recurso que sustenta a operação do dia a dia, como compra de estoque, pagamento de fornecedores e manutenção da empresa até o recebimento das vendas.

Dados do BNDES e do Sebrae mostram que o capital de giro está entre as principais finalidades de crédito contratadas por micro e pequenas empresas no Brasil, justamente por seu papel essencial na continuidade das operações.

Somente no começo de 2024, mais de 6,5 milhões de pequenos negócios acessaram crédito, movimentando cerca de R$109 bilhões, segundo dados consolidados divulgados pelo Sebrae com base em informações do sistema financeiro nacional.

Em um cenário de juros elevados, o acesso a crédito com mecanismos de garantia torna-se ainda mais relevante. Nesse contexto, o FGI (Fundo Garantidor para Investimentos), operado pelo BNDES, possibilitou a alavancagem de R$2,76 bilhões em crédito para pequenos negócios, ampliando o acesso ao capital de giro e reduzindo barreiras de aprovação.

Dicas práticas para organizar o fluxo de caixa em 2026

  • Crie reservas financeiras separadas para operação e expansão, com projeções baseadas no histórico do negócio.
  • Negocie prazos com fornecedores e avalie a antecipação de recebíveis para equilibrar o ciclo financeiro.
  • Automatize o controle financeiro, seja com planilhas mais estruturadas ou aplicativos de gestão, registrando movimentações diariamente para obter clareza imediata do caixa.

Boas práticas de gestão financeira contribuem para a redução do ciclo de conversão de caixa e para decisões mais eficientes, especialmente em períodos de sazonalidade.

Solução Banco Senff

O Banco Senff, em parceria com a ACP, oferece soluções de Capital de Giro voltadas para o fortalecimento do fluxo de caixa, recomposição de estoque e apoio à expansão, incluindo demandas como 13º salário, reformas e crescimento operacional.

Por meio da parceria com o BNDES e o FGI, as PMEs podem acessar condições diferenciadas, como:

  • Prazos de até 60 meses;
  • Possibilidade de carência;
  • Cobertura de garantia de até 80%, conforme regras do fundo, facilitando a aprovação do crédito.

Além do crédito, o Banco Senff orienta todo o processo, ajudando sua empresa a planejar 2026 com mais segurança, previsibilidade e controle financeiro. Clique aqui e conheça quais soluções podem apoiar a sua PME durante todo o ano!

ACP

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